Corpo de Melvino Júnior será exumado; saiba o motivo

A fim de resolver o conflituoso processo de investigação sobre a morte do cantor Melvino de Jesus Júnior, líder do grupo Júnior e Banda, que foi brutalmente assassinado no dia 29 de abril na cidade Codajás.

A policia civil solicitou a justiça a exumação do corpo do líder do grupo Junior e Banda, segundo informações do Radar Amazônico os investigadores do caso apreenderam um revólver que eles suspeitam ser a arma usada no crime e durante este  processo da investigação tentaram comparar com os projéteis que atingiram e mataram Melvino.

Mas, cadê os projéteis? Foi aí que eles descobriram que o cantor teria sido enterrado ainda com as balas no corpo, fruto de uma perícia fora dos padrões.

Por este motivo, o corpo do cantor deve ser exumado nessa segunda-feira (12).

Os projéteis coletados durante a exumação serão submetidos a uma nova perícia técnica de exame de balística.

O  delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Juan Valério, que está à frente das investigações, informou que “algumas diligências sobre o caso estão sendo providenciadas, e assim que forem confirmadas serão repassadas pela assessoria da Polícia Civil”.

 

Crime

Júnior foi assassinato com três tiros, no peito, barriga e costas, na noite de 29 de abril, no momento em que chegava ao hotel no qual estava hospedado em Codajás, minutos após a apresentação da banda, na Festa do Açaí. De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, na ocasião do crime, além do cantor, outras três pessoas também foram baleadas, e o responsável pelos disparos teria chegado e saído a pé do local.

Uma das hipóteses para o assassinato, levantadas a época, dava conta de que o crime seria passional. Júnior estaria mantendo um relacionamento extraconjugal com uma mulher casada.

O corpo do cantor foi transladado para Manaus, no dia seguinte ao assassinato, onde recebeu as últimas homenagens, de familiares, amigos e fãs. Júnior foi enterrado no Cemitério Parque Tarumã, no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus. Além de músico, Júnior também atuava como cirurgião-dentista.

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