Mário Amato, ex-presidente da Fiesp, morre aos 97 anos

SÃO PAULO – “Uns 800 mil empresários vão deixar o Brasil se o Lula for eleito”. A frase, proferida em outubro de 1989, durante a corrida eleitoral em que o petista foi ao segundo turno na disputa contra Fernando Collor de Mello, tornou o empresário Mário Amato nacionalmente conhecido. Amato presidia a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e era uma das principais lidernaças empresariais do país.

Depois da Fiesp, que dirigiu de 1986 a 1992, durante a redemocratização do país. Depois da Fiesp, o empresario presidiu a Confederação Nacional da Inústria (CNI), de 1994 a 1995.

Mário Amato morreu no último dia 27 de maio, aos 97 anos, em São Paulo. A missa de 7º dia será realizada amanhã, quinta-feira, na igreja da Paróquia de São José, no Jardim Europa, na capital paulista.

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