Detento semi aberto em Parintins, troca de tiros com policial militar e morre

Joaquim Teixeira Junior, Conhecido popularmente como “Bodinho” e detento do sistema prisional de Parintins. Estava no regime SEMIABERTO e como sempre e de praxe, andava armado pela cidade de Parintins, o criminoso tentou matar um policial militar da força tática de Parintins que passava em uma rua com sua esposa, foi surpreendido por três homens, e um atirando contra o mesmo, que de forma tática abrigou-se de forma rapida atras da moto, dando tempo de procurar abrigo pra sua esposa, onde num ato instintivo sacou sua arma .40 e para defender-se em sua legitima defesa e de sua esposa, foi obrigado a atirar contra o meliante que continuou atirando. Infelizmente o policial foi atingido na perna por um tiro do infrator e posteriormente o detento Joaquim Junior vulgo “bode” foi a óbito.

 

De acordo com o Tenente Ricardo Viana, comandante da Força Tática, que conversou com o PM no hospital, o policial seguia de moto na rua Paraíba com a esposa sentido bairro-centro, quando Joaquim efetuou dois disparos contra o militar, sendo que um atingiu a coxa esquerda dele.

“A esposa dele correu e se protegeu atrás da moto (depois um pastor a abrigou numa igreja evangélica). O PM reconheceu que era o “Bodinho”, pediu para ele largar a arma, mas o mesmo desobedeceu a ordem do militar que para se defender começou a atirar em legítima defesa, porque o meliante também estava atirando. A PM e a Polícia Civil fazem seu trabalho de prender os bandidos, mas eu não entendo como a Justiça deixa solto um elemento de alta periculosidade a sociedade após cometer tanto crime”, declara o Tenente Ricardo Viana.

O Tenente ressalta que no momento dos disparos “Bodinho” estava em frente à sua casa (onde funciona uma serraria) com outras duas pessoas. “Além do Bodinho, um dos outros dois também estava atirando”, enfatiza.

Familiares de Joaquim estavam muito abalados no IML da cidade a espera do resultado do exame de necropsia e preferiram não gravar entrevista no momento. De acordo com uma parente da vítima, que pediu para não ter o nome identificado, Joaquim atirou em direção ao PM em legítima defesa. “Ele tinha essa arma porque recebia ameaças”, relata.

Por Ataíde Tenório e Geandro Soares

 

 

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