MBL não pretende protestar contra políticos do DEM da lista de Fachin

Foi autorizado abertura de inquérito para investigar ao todo 98 políticos.

O Movimento Brasil Livre (MBL) é ligado ao DEM, que teve oito integrantes listados por Fachin. Entre eles, o presidente do partido, senador Agripino Maia (RN); o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o pai dele, o vereador do Rio de Janeiro César Maia; além da senadora Maria do Carmo (SE); e os deputados Felipe Maia (RN), José Carlos Aleluia (BA) e Onyx Lorenzoni (RS).

O MBL não pretende fazer protestos contra os políticos que estão na lista de inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), com base nas delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Como revelou com exclusividade o Grupo Estado na última terça-feira (11), o ministro Edson Fachin autorizou abertura de inquérito para investigar ao todo 98 pessoas, incluindo oito ministros do governo Michel Temer, 24 senadores, inclusive o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e 39 deputados federais.

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