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Presidente do PT de SP diz que partido deve ‘lutar até o fim’

Da redação | 18/04/2016 13:10

SÃO PAULO – O presidente do PT de São Paulo, Emídio de Souza, disse nesta segunda-feira que o PT não deve desistir de lutar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff mesmo com a votação de domingo na Câmara favorável à contuinuidade do processo.

– Vamos lutar até o fim com todas as armas que a democracia permite – disse de Souza, ao chegar para a reunião da Executiva em que o partido discutirá a estratégia a ser adotada a partir de agora.

O dirigente acha que o “mais importante agora é se preparar para a batalha do Senado”:

– Estou triste pela democracia brasileira. Ela foi ferida ontem (domingo). Mas, como todo democrata, não me deito. Vou levantar e lutar.

Já defendida publicamente por deputados da legenda, a ideia de empunhar a bandeira da defesa de novas eleições encontra resistência internamente porque significaria uma desistência de manter a esperança de reverter o impeachment no Senado.

“INDIGNAÇÃO E TRISTEZA”

Na madrugada de segunda-feira, logo após a sessão na Câmara, o ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, concedeu entrevista coletiva para comentar a derrota, afirmando que o Palácio do Planalto recebeu com “indignação e tristeza” o resultado, mas que ele não abaterá a presidente.

– A decisão que a Câmara tomou hoje foi puramente política. E não é isso que nossa Constituição descreve para um processo de impeachment. Um golpe na democracia, um golpe nos 54 milhões de eleitores da presidente Dilma Rousseff. Um golpe de abril de 2016. Temos hoje mais um ato na linha da consumação de um golpe, um golpe que se consumado ficará na história como algo vergonhoso para o nosso país – afirmou Cardozo.

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