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Presença de Lula em ato de sexta-feira em SP não é certa

Da redação | 17/03/2016 13:10

SÃO PAULO – Anunciada nas redes sociais desde o início da semana, a participação do ex-presidente Lula na manifestação a favor do governo marcada para sexta-feira na Avenida Paulista, em São Paulo, não é mais certa. Petistas dizem que a presença de Lula havia sido acertada antes de sua nomeação como ministro da Casa Civil.

Desde que foram divulgados grampos de conversas telefônicas de Lula, cresceu a preocupação com a segurança do ato. Manifestantes contra o governo têm ocupado a Paulista desde a noite de quarta-feira.

– Nossa ato está marcado faz tempo. Não é do nosso interesse que haja violência. Esperamos que eles respeitem o nosso ato como o ato deles foi respeitado no domingo – afirmou o presidente do PT de São Paulo, Paulo Fiorilo.

Para o dirigente petista, que participa da organização da manifestação, a divulgação dos grampos não deve reduzir a expectativa de público.

– Pode ser que o ato atraia ainda mais gente que não concorda com a decisão do Moro.

A Frente Brasil Popular, uma das organizadoras do evento, ainda conta com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ato que será realizado em São Paulo nesta sexta-feira. Segundo o coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, até a manhã desta quinta-feira a participação de Lula no protesto estava confirmada.

– O fato de o Lula assumir o ministério não impede a participação dele no ato. Até agora não recebemos nenhum contato do pessoal dele no sentido de que não estará com a gente na Paulista – afirmou Bonfim. – De qualquer forma, a organização do ato continua se ele não puder vir.

Bonfim classificou como “ilegalidade” a divulgação de uma conversa de Lula com a presidente Dilma Rousseff, autorizada nesta quarta-feira pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba. O coordenador da CMP acredita que o vazamento do telefonema deve levar ainda mais gente às ruas:

– Estamos estarrecidos com essas ilegalidades cometidas pelo juiz Moro. O Supremo tem que afastar esse juiz, precisa tomar alguma providência. Um juiz de primeira instância não pode causar essa instabilidade política no Brasil. Esses atos estão indignando algumas pessoas que nem tem afinidade com o PT.

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