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Polícia Federal apreende contrato de venda de sítio de Bittar a Lula

Da redação | 17/03/2016 16:00

SÃO PAULO – A Polícia Federal apreendeu em um dos dois apartamentos usados pelo ex-presidente Lula em um prédio de São Bernardo do Campo uma minuta de compra e venda do sítio Santa Bárbara, em Atibaia. No documento com data referente a 2012, Fernando Bittar, um dos proprietários do local, e sua mulher se comprometeriam a vender sua parte do imóvel pelo valor de R$800 mil ao ex-presidente. A existência do documento foi revelada pela revista “Veja”.

O documento demonstra a intenção de Lula de adquirir o imóvel que frequenta assiduamente desde 2011, depois que deixou a presidência. No entanto, o contrato nunca foi celebrado por nenhuma das partes e não conta com assinaturas.

A compra, ainda segundo o contrato, seria feita a prestações. Lula pagaria R$ 200 mil à vista e o restantes em outras “três prestações mensais, iguais e sucessivas”. Bittar comprou o imóvel em 2010 por R$ 500 mil, na época.

O imóvel e as reformas do local que teriam sido feitas por empreiteiras são investigados pela Operação Lava-Jato.

DOCUMENTOS SOBRE REFORMAS E PERTENCES DE LULA NO SÍTIO

Durante as investigações, a PF encontrou também em um apartamento do ex-presidente Lula em São Bernardo do Campo documentos referentes a intervenções e reformas no sítio de Atibaia. No ato de busca e apreensão, os investigadores afirmam ter encontrado recibos de compras em favor do engenheiro Igenes dos Santos Irigaray Neto e cujo local de entrega indica o endereço do sítio Santa Bárbara. Os agentes localizaram ainda um documento intitulado “Sítio Atibaia” que, de acordo com a PF, contém “anotações possivelmente referentes a cronograma de obras; desenhos de plantas e projetos”.

Os peritos da PF que estiveram no sítio de Atibaia econtraram também durante as investigações uma série de pertences relacionados a Lula e a sua mulher, Marisa Letícia. Eles não citam no relatório, no entanto, nenhum objeto que possa ser relacionado a Jonas Suassuna e afirmam ter achado apenas um documento em nome de Fernando Bittar. Os empresários são apontados como os donos oficiais da propriedade.

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