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Ministério Público chegou a pedir prisão de braço-direito de Lula

Da redação | 04/03/2016 22:40

SÃO PAULO – O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, José de Filippi Júnior, tesoureiro da campanha de reeleição do ex-presidente Lula, e de Paulo Gordilho, diretor da OAS. De acordo com o pedido, existem “fundadas razões — autoria e materialidade — da prática do delito de organização criminosa”.

O juiz Sérgio Moro, no entanto, negou o pedido de prisão temporária dos três. O magistrado considerou que o mais apropriado para a fase da Operação era a coleta de evidências, sem a imposição de prisão temporária. No entanto, aceitou a condução coercitiva dos indicados para prestarem esclarecimentos. Okamotto e José de Filippi prestaram depoimentos nesta sexta-feira na sede da Polícia Federal em São Paulo.

Após deixar a PF, Okamotto disse que não via motivos para ser preso. O presidente do Instituto Lula afirmou que a última fase da Lava-Jato tem “ilegalidades” e “abusos”. Segundo ele, os investigadores perguntaram sobre doações de empreiteiras ao Instituto Lula, contratos de palestras do ex-presidente, a mudança do acervo de Lula quando deixou a Presidência da República e sobre a reforma do sitio em Atibaia.

— Não vi nenhum motivo para ser preso. Das explicações que me pediram (na Polícia Federal) não vi nenhum motivo. O que eles alegam que eu fiz de errado para ser preso? — disse Okamotto.

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