Amigos e parentes homenageiam vítimas de acidente com ônibus de universitários nas redes

SÃO PAULO – Parentes e amigos de universitários que morreram no acidente com ônibus que capotou na rodovia Mogi-Bertioga, na noite de quarta-feira, usam as redes sociais para prestar homenagens. Pelo menos 18 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas. Um primo das estudantes Maria Maceno e Daniela Dias colocou a foto das duas no seu perfil no facebook e escreveu que elas estavam no último ano de faculdade. A cearense Maria Maceno estudava Ciência Contábeis na Universidade de Mogi das Cruzes.

“Minhas primas, meu sentimento é imenso de uma perda tão grande, esses dois sorrisos que vai (sic) fazer uma falta na minha vida, tive a honra de estar com vocês momentos difícil (sic) e felizes da minha vida, hoje meu coração está destruído, só de pensar que era o último ano de faculdade de vocês duas, uma perda grande pra nossa família, hoje eu estou de luto, Deus cuide dessas duas meninas lindas. Dani quem vai me levar agora pro trabalho quando acordar atrasado? Quem vai me dar conselho sobre namoro? Quem vai ouvir música comigo? Quem vai brigar comigo por motivo bobo? Não tive chance de se despedir de vocês, meu coração está esmagado, destruído, só peço a Deus me acolher agora”

No twitter, o assunto Mogi-Bertioga é o quinto mais comentado da manhã desta quarta-feira. Nas redes sociais, mais de 2,4 mil pessoas já tinham compartilhado, até 10h, a hashtag #‎AltoTietêDeLuto, com uma foto do ônibus que traz a frase: “Nosso coração está triste! Que Deus conforte as famílias do estudantes que estavam no ônibus envolvido no acidente na Mogi-Bertioga”.

Annyne Xavier Mendonça, tia de Guilherme Mendonça de Oliveira, prestou homenagem em sua página no Facebook. “Não entendemos e muitas vezes não aceitamos os planos de Deus!!! Fica (sic) tantos porque (sic)… Mas a vontade do Senhor foi recolher vc… Agora fica (sic) a saudade e as lembranças!!! A dor é muita… A tia te ama Guilherme”.

Uma ex-aluna da Universidade Mogi das Cruzes escreveu que conhecia o motorista, identificado por enquanto como Carlos, e que “viu muitas situações parecidas” e “era raro subir a serra e não ver nenhum acidente”.

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