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Gilberto Aguiar preso na operação ‘Maus Caminhos’ lavava dinheiro em Boate do Tropical Hotel

Da redação | 11/03/2017 17:51

Foi preso pela Polícia Federal na operação Maus Caminhos, acusado de supostamente desviar os recursos da saúde para suas empresas: Coronel Pastel, Náutica Ponta Negra e Boate Jungle Beats no Tropical Hotel.

As empresas do grupo Maxxiplan, Tapajós Serviços Médicos e Medimagem que são representadas pelo enfermeiro e empresário Gilberto de Almeida Aguiar que foi preso na Operação Maus Caminhos por desviar dinheiro da saúde em esquema milionário de corrupção.

Gilberto Aguiar sucateou à saúde do Amazonas, causou atraso de salários e instalou um transtorno ao poder público. Segundo o Portal do Pávulo,  o empresário Gilberto Almeida que é representante dessas empresa têm iate, mansões e casa em Miami no nome de parentes, e não pagava os funcionários, e todos atestados de capacidades técnicas e notas ficais são supostamente falsos, e a Susam supostamente sabia disso, inclusive o mesmo responde por crime contra a fazenda pública estadual, foi penalizado pela CGL por 2 anos e consegui com um juiz reduzir há 3 meses a pena , tudo isso estar na internet.

O dinheiro desviado no esquema de corrupção da saúde do Amazonas supostamente foi usado para pagar serviços de prostituição de luxo para empresários presos na operação a Operação Maus Caminhos.

                                                                         Boate Jungle Beat no Tropical Hotel

Em 2014 cerca de meio milhão de reais foram gastos para financiar a contratação de garotas. Algumas delas são conhecidas pela exposição em capas de revistas, desfiles de escolas de samba e programas de TV. Cada programa custava de 10 mil até 40 mil reais.

O Ministério Público e a Polícia Federal chegaram a essa informação depois de questionarem o proprietário da Jungle Beat, Gilberto Aguiar, e o líder dele, Mohamad Moustafa, sobre a origem de expressões como “artigo 470” e “Panicat” que aparecem nas planilhas usadas no esquema de corrupção.

De acordo com os delatores, a expressão “artigo 470” era uma referência ao número do endereço de uma cafetina que agenciava os programas.

Tropical Hotel

Uma análise da Controladoria Geral da União direcionada aos repasses do Fundo Estadual de Saúde ao Instituto Novos Caminhos (INC) indicou que em dois anos apenas a entidade foi contemplada com cerca de R$ 276 milhões.

 

 

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