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Delegado Juan Valério, rebate acusações que decapitações foram feitas por policiais

Da redação | 07/06/2017 13:20

O titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, o delegado Juan Valério, se pronunciou sobre os casos de decapitações registradas nos últimos dias na cidade de Manaus. Ontem uma cabeça foi encontrada no Ramal Santo Antônio, na AM-010. Dois homens decapitados também foram localizados na mesma área de mata no KM 47, no último sábado (3).

Veja mais: http://portalcm7.com/noticias/duas-cabecas-humanas-sao-encontradas-no-ramal-santo-antonio-no-rio-preto-da-eva-km-32/ 

O delegado rebate as acusações que as decapitações foram feitas por policiais militares. Ele também destaca que as execuções estão relacionadas com a morte do soldado da PM, Paulo Sérgio Portilho.

 “Estes corpos que foram encontrados estão com características típicas de execuções do crime organizado, até porque, sabemos que com essa atitude deles de executar o policial militar foi atraída muita atenção para aquele local. Então, atrapalhou o comércio ilegal que eles estavam fazendo lá. Acabou quebrando todo o movimento que eles estavam fazendo e trouxe a tona tudo que ocorre nas invasões”, disse.

Segundo os policiais, a suspeita é que um dos corpos encontrados no ramal no último sábado, seja o do Isaac Santos, o vulgo “Trem Bala”, que está sendo procurado por participação na morte do soldado Portilho. No mesmo dia, no perfil “Trem Bala Potência Máxima” no Facebook, que pertencia a Isaac, amigos lamentaram a morte do rapaz e acusaram a PM de tê-lo assassinado em vingança.

“Os integrantes da cúpula da organização criminosa não ficaram satisfeitas com tudo isso. Esses próprios criminosos são alvos das próprias facções criminosas. A outra possibilidade do que tenha acontecido é que essas pessoas envolvidas com o tráfico podem estar usando tudo isso como pano de fundo, para realizar execuções. Seja por disputa por território do tráfico ou por outros motivos”, comentou o delegado Juan.

Conforme Juan, as decapitações recorrentes na cidade de Manaus não se podem ser consideradas como “atípica”. O delegado também destaca que tudo seja investigado com responsabilidade.

Com informações do ÁCritica

 

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