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Se houver necessidade a polícia será acionada para cumprir a decisão, diz juíza

Da redação | 02/06/2016 12:50

RIO – A juíza titular da 2ª Vara da Infância e do Idoso da Capital, Glória Heloiza Lima da Silva, afirmou nesta quinta-feira que a polícia pode ser acionada caso a decisão judicial do retorno das aulas na rede estadual não for cumprida. Em entrevista ao RJTV, da TV Globo, a magistrada reforçou que não determinou a desocupação das escolas, apenas o retorno das atividades.

– Decisão judicial é para ser cumprida. Vamos procurar outros caminhos e meios para que seja cumprida. Se houver necessidade a polícia será acionada para fazer cumprir a decisão – afirmou a magistrada, que lembrou ainda que além da polícia, deve ocorrer uma articulação entre a equipe multidisciplinar do Tribunal de Justiça, do Conselho Tutelar e da Defensoria Pública.

O secretário de Educação, Wagner Victer, que também participou da entrevista, voltou a garantir que o ano letivo não será perdido. Apesar disso, ele ressaltou que as aulas podem avançar até o início de 2017.

– Não se perde o ano letivo, mas naquelas escolas mais afetadas ele pode se estender até fevereiro do ano que vem. As escolas ocupadas estão hoje na ordem de 4%. Nós temos é que cumprir a lei que estabelece os 200 dias, e isso será cumprido – disse o secretário, que afirmou ainda que pelo menos 12 escolas já foram desocupadas.

No dia seguinte à decisão judicial para o retorno às aulas, estudantes foram impedidos de entrar em algumas unidades por alunos que participam do movimento. Uma estudante do primeiro ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, no Largo do Machado, ficou frustrada. Maria Luiza de Almeida Valente, de 18 anos, chegou da Pavuna por volta das 7h15m e foi impedida de entrar na escola por outros alunos.

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