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Prefeitura lança campanha pedindo à população para não alimentar pombos

Da redação | 07/06/2016 11:40

RIO — A prefeitura do Rio lança nesta terça-feira uma campanha para orientar cariocas a não alimentarem os pombos da cidade. Batizada de “Criptococose: não seja cúmplice”, a ação, organizada pela Vigilância Sanitária do Município, tem o objetivo de informar sobre os riscos que a superpopulação de pombos pode provocar à saúde, além de oferecer alternativas para afastar as aves e diminuir os riscos.

De acordo com a Vigilância, entre as principais zoonoses que o pombo provoca está a criptococose. A doença é considerada a mais grave porque ataca as vias respiratórias: o ser humano inala a poeira das fezes ressecadas do pombo, que são carregadas de fungos prejudiciais à saúde. As outras zoonoses provocadas pelo contato com as fezes são histoplasmose, clamidiose, salmonelose, dermatites e alergias.

A partir de 9h até 13h, técnicos do setor de zoonoses estarão na Cinelândia distribuindo panfletos aos pedestres e dando exemplos de como todos podem contribuir para equilibrar a população de pombos na cidade. Segundo a Vigilância Sanitária, a campanha tem como principal objetivo pedir à população para não alimentar o pombos, nem oferecer abrigo aos animais. De acordo com a Vigilância, a “abundância de alimentos e a facilidade de acomodação” fazem com que o pombo se reproduza rapidamente, levando a um descontrole e e surgimento de zoonoses (doenças que os animais transmitem aos homens).

Além de provocar doenças, as fezes dos pombos causam danos em pinturas, superfícies metálicas, monumentos e fachadas; e contaminam água e alimentos, tornando-os impróprios para consumo, Em locais onde os pombos são alimentados ocorre a proliferação de roedores e insetos, que podem trazer outras doenças.

Segundo a Vigilância, a campanha “Criptococose: não seja cúmplice” também orienta a não maltratar os animais e dá dicas para afastá-los sem machucá-los, como, por exemplo, manter os locais em que eles pousam inclinados, instalar produtos para dificultar o pouso (como graxas) e fechar com tela os espaços usados como abrigos.

Casos de superpopulação de pombos podem ser informados à prefeitura, que irá providenciar a visita de técnicos da Vigilância Sanitária ao local. A visita pode ser solicitada pela central de atendimento 1746. Somente em 2016, os técnicos já atenderam 257 denúncias. Em 2015 foram 778.

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