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Embrigado, motorista se envolve em acidente fatal em Campos

Da redação | 01/03/2016 11:19

RIO — Uma pessoa morreu e outras sete ficaram feridas no fim da noite de sábado num acidente com dois carros na BR-356 (Campos-São João da Barra), no Norte Fluminense. Suspeito de provocar a colisão, um dos motoristas, Luciano Machado Barreto, estava embriagado, conforme teste de bafômetro feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Em julho de 2005, Luciano já havia sido preso, também embriagado, após atropelar e matar um ciclista no distrito de Guarus, em Campos.

No acidente de sábado, na localidade de Degredo, por volta das 22h30, morreu o oncologista José Roberto Izaias Júnior, de 30 anos, que dirigia o Corolla que bateu de frente com o Ford Ka, dirigido por Luciano. Duas irmãs do médico e dois sobrinhos, que também estavam no Corolla, ficaram feridos. As mulheres fraturaram as pernas, e uma das crianças, um bebê de dois meses, chegou a ser ejetado do veículo, mas sofreu apenas escoriações leves.

Os bombeiros tiveram muito trabalho para fazer o resgate das vítimas. José Roberto, que morava em Campos e trabalhava em São João da Barra, morreu preso às ferragens. Outras duas pessoas que estavam no carro de Luciano ficaram feridas na colisão.

Motorista alcoolizado

A delegada-adjunta da 146ª DP (Guarus), Pollyana Henriques, disse que ainda se investiga qual motorista foi o responsável pelo acidente.

— O fato é que o teste do bafômetro detectou que Luciano consumiu álcool. Ele sofreu escoriações e ainda está no hospital — disse ela, que ainda vai definir o valor da fiança.

No acidente de julho de 2005, Luciano Machado atropelou e matou o ciclista Adail Gomes Oliveira, em frente a um supermercado em Garus. Avisados por populares, policiais prenderam Adail em casa e o submeteram a teste de alcoolemia. Ele admitiu ter consumido, antes de dirigir, das 14h às 19h, no dia do acidente,24 cervejas e um litro de vodca. As informações constam no processo a que Luciano respondeu na 1ª Vara Criminal de Campos.

O acusado, que na época não tinha carteira de habilitação, havia fugido do local do acidente sem prestar socorro à vítima. Ele acabou impune devido à demora na análise do caso pela Justiça. No último dia 17, a 1ª Vara Criminal de Campos julgou que o processo havia prescrito.

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