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Delegado diz estranhar conduta de PMs após morte de menino em Magé

Da redação | 04/04/2016 11:30

RIO — O delegado titular da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, Giniton Lages, afirmou nesta segunda-feira (4), em entrevista à rádio CBN, que causou estranhamento à Polícia Civil a conduta dos dois policiais militares que patrulhavam a comunidade da Lagoa, em Magé, no momento em que o menino Mateus Santos Moraes, de cinco anos, foi baleado.

O crime ocorreu na tarde do último sábado (2), Moradores da comunidade disseram que não havia confronto na comunidade e que os PMs teriam entrado no local atirando. Hoje, às 14h, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense fará uma reprodução simulada na comunidade.

— O Código de Processo Penal é claro. Tão logo um crime seja cometido, o local deve ser preservado e imediatamente a autoridade policial deve ser acionada. Em Magé, tal não ocorreu — disse Giniton. — Nos causa espécie que os policiais, ao serem ouvidos (na delegacia), já na madrugada de domingo, disseram que já teriam sido ouvidos num Inquérito Policial Militar dentro do batalhão.

O delegado contou que os policiais militares alegaram a investigadores que foram recebidos a tiros no local, e ressaltou que “providências que devem ser tomadas serão tomadas” em relação dos dois. Segundo ele, apesar de o crime ter ocorrido às 16h30, só às 23h50 os PMs chegaram à DP para prestar depoimento:

— Há vestígios ali que devem ser preservados. Uma ocorrência com essa magnitude não poderia ficar nesse vácuo de espaço. Infelizmente ocorreu. Nós averiguaremos isso, mas não é nosso objeto principal. Nosso objeto principal é descobrir de onde partiu o disparo que ceifou a vida do menino Mateus — ressaltou.

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