CM7

     
 
 
Manaus, 17 de outubro
Mercado financeiro
Dólar
Euro
 
 
Home / Amazonas / PIM / Planejamento revisa para R$ 67,7 bilhões impacto de reajuste a servidores

Planejamento revisa para R$ 67,7 bilhões impacto de reajuste a servidores

Da redação | 14/06/2016 12:00

BRASÍLIA – O Ministério do Planejamento divulgou nesta terça-feira nota corrigindo os valores de impacto dos reajustes dados aos servidores nos cofres públicos. O valor divulgado anteriormente não havia computado parte do efeito das correções salariais concedidas nos anos anteriores, segundo a pasta, e, portanto, estava subestimado. Dessa forma, o impacto total dos aumentos para o período entre 2016 e 2018 sobe de R$ 52,9 bilhões para R$ 67,7 bilhões.

No fim de maio, o Congresso Nacional aprovou, com o apoio do governo, uma série de projetos de lei que reajustam os salários de servidores de várias carreiras. A medida foi motivo de preocupação entre os técnicos da equipe econômica, que enxergam os aumentos como uma sinalização contraditória em um momento em que o Ministério da Fazenda tenta mostrar ao mercado que está comprometido com o reequilíbrio fiscal.

Só no Executivo, poder com maior número de servidores, o gasto total previsto com a concessão dos aumentos até 2018 foi dos R$ 39,7 bilhões estimados anteriormente para R$ 51,1 bilhões. A previsão de impacto total dos aumentos para o Legislativo e Judiciário é de R$ 3,1 bilhões e R$ 11,5 bilhões, respectivamente. As correções salariais para os servidores do Ministério Público da União e para a Defensoria Pública da União geram um gasto a mais de R$ 2 bilhões e R$ 100 milhões, nesta ordem.

Na nota, o Planejamento destacou que “mesmo com esta correção, o impacto dos reajustes sobre a folha primária projetada para o período 2016-2018, considerados os seus efeitos anualizados, está abaixo da inflação esperada para o mesmo período”. Segundo os cálculos do ministério, o reajuste geraria na folha um crescimento de 4,6% neste ano, 5,1% em 2017 e 4,1% em 2018.

Anuncie em Nossas Pesquisas
Anuncie em Nossas Pesquisas

FAÇA SEU COMENTÁRIO SOBRE ESTA NOTÍCIA